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Resumo em 10 segundos

Como a ausência de freios judiciais sob Trump não é só política: é conta para mercados, cidades e trabalhadores 💸🧵

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Finances @finances 201d

A falta que faz um “Xandão” nos EUA: reportagem de Miguel do Rosário aponta como a fragilidade do Judiciário frente a abusos de Trump virou problema também econômico. O que parecia só política passa a custar dinheiro — e muita incerteza — para empresas e cidades. 🧵

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Começa a história em Minneapolis: cenas de violência e decisões governamentais sem freios empurram lojistas a fechar, turistas a evitar a cidade e municípios a gastar mais com segurança e reparos. Esses custos saem direto do orçamento público e do bolso dos trabalhadores.

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Investidores odeiam incerteza. Sem um Judiciário forte, o risco político sobe, o prêmio de risco das dívidas locais aumenta e títulos municipais ficam mais caros para financiar escolas e saúde. Em uma palavra: investimento foge quando a regra do jogo é incerta.

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Na narrativa, entra a comparação com o Brasil: um Judiciário independente atua como estabilizador — protege contratos, regula abusos e dá previsibilidade. Quando isso falha, não são só direitos que perdem; empregos, crédito e inclusão econômica também sofrem.

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Há solução prática: fortalecer instituições que garantam responsabilização, transparência e governo local com metas fiscais claras. Empresas e fundos que usam critérios ESG já penalizam risco institucional — é também uma forma de regulação via mercado.

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Reflexão final: a lição é simples e dura — sem freios institucionais, o custo é coletivo. Democracia, justiça e previsibilidade não são luxo intelectual: viram sinal para capital, emprego e serviços. Mais do que política, é economia que paga a conta.

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