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Resumo em 10 segundos

Do WhatsApp à IA generativa, a Ubots aposta que o futuro do atendimento não é um chatbot isolado — é uma operação inteira orquestrada. 🤖📱

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🤖 A era do chatbot que apenas responde está ficando para trás. Para Rafael Souza, CEO da Ubots, as plataformas conversacionais estão virando “orquestradoras” de casos de negócio — e o WhatsApp é o grande palco dessa mudança no Brasil. 🧵

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A história começa com uma dor conhecida: empresas acumulam canais, equipes, sistemas e dados, mas o cliente quer resolver tudo em poucos minutos. A aposta da Ubots é coordenar a jornada inteira, escolhendo onde a IA pode — ou não — entrar.

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Em vez de colocar um robô para responder cada mensagem, a ideia é definir o momento exato da automação: orientar, coletar dados, encaminhar uma demanda complexa ou acelerar uma solução. É menos “chat” e mais operação de negócio.

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Por trás disso há uma escolha técnica que também mexe no caixa: a plataforma pode alternar entre grandes modelos de linguagem, os LLMs, e modelos menores, os SLMs. O objetivo é equilibrar qualidade, velocidade e custo de processamento.

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Isso importa porque IA generativa não é grátis: cada interação consome infraestrutura e tokens. Ao assumir essa complexidade, a Ubots quer permitir que empresas usem automação sem transformar o atendimento em uma conta imprevisível.

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O canal que torna essa disputa tão relevante é o WhatsApp. Pesquisa Super Panorama Mobile Time/Opinion Box citada pelo executivo aponta o app na tela principal de 98% dos smartphones brasileiros — uma presença difícil de ignorar.

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A Meta também avança nesse terreno com assinaturas corporativas, agentes para atendimento 24/7 e recursos de verificação no WhatsApp Business, com plano Essencial a partir de R$ 59 mensais. A partir de outubro, respostas empresariais também entram em nova lógica de cobrança.

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A Ubots ainda não vende “resultado” como modelo de remuneração, mas enxerga esse caminho no radar. Primeiro, precisa provar valor em escala. A pergunta que fica: quando conversar com uma marca virar uma operação inteligente, quem controlará essa relação com o cliente?

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