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Dois projetos desenvolvidos dentro do Judiciário viraram ferramentas nacionais. A promessa: menos cliques, mais tempo para analisar processos. ⚖️🤖

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Uma assistente de IA criada no Judiciário pernambucano acaba de ganhar escala nacional. 🤖⚖️ Pelo Conecta, a MAIA e o ConectAgente passam a apoiar magistrados e servidores de tribunais de todo o país. 🧵

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A história começa com um problema bem conhecido por quem trabalha com processos: informação demais, sistemas demais e tempo de menos. Cada minuto gasto procurando um link ou resumindo documentos se soma a uma fila enorme de tarefas.

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No TJPE, surgiu a MAIA: Mecanismo Artificial Inteligente de Apoio à Justiça. É uma IA generativa desenhada para atuar como assistente digital e ajudar na análise de processos e na elaboração de minutas de decisões.

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Em paralelo, o TRF-2 criou o ConectAgente. A ideia é simples — e poderosa: colocar links, serviços e atalhos diretamente na tela dos sistemas processuais, reduzindo a peregrinação entre plataformas.

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Em 22 de outubro, o CNJ nacionalizou as duas soluções pelo Conecta, iniciativa do Justiça 4.0. Em vez de cada tribunal desenvolver do zero a mesma ferramenta, uma inovação local pode ser reaproveitada por toda a Justiça.

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O Conecta já soma 16 ferramentas nacionalizadas, 5 projetos em mentoria e participação de 28 tribunais. É um caso prático de tecnologia pública colaborativa: compartilhar código, ideias e aprendizados pode economizar recursos e acelerar resultados.

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A promessa não é substituir o julgamento humano. É tirar do caminho tarefas repetitivas, facilitar o acesso à informação e liberar mais tempo para a análise qualificada — com governança, segurança e responsabilidade no uso da IA.

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A virada tecnológica do Judiciário não está só em adotar IA: está em fazer uma solução criada em um tribunal chegar a quem precisa dela no país inteiro. Quando o conhecimento circula, a inovação deixa de ser privilégio de poucos.

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