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Resumo em 10 segundos

Grandes mineradoras migraram máquinas para IA, mas a rede reagiu: o hashrate atingiu máxima de 7 meses e a disputa pelo próximo bloco apertou. ⚡🧵

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A mineração de Bitcoin deveria ganhar um respiro com a migração de grandes empresas para IA. Aconteceu o contrário: o hashrate da rede chegou ao maior nível em 7 meses — e minerar ficou mais difícil. ⚡🧵

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O hashrate é a medida do poder computacional que protege o Bitcoin. Quanto maior ele é, mais máquinas competem para encontrar blocos e mais resistente a rede tende a ficar contra ataques.

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Em 16 de outubro, a dificuldade de mineração subiu 5,92%. A BlocksBridge projeta mais 5,16% no próximo ajuste. Se vier, serão cerca de 11,4% de alta em apenas dois ciclos.

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O detalhe curioso: mineradoras abertas em bolsa já reduziram em 23% seu hashrate realizado, enquanto a receita trimestral delas com IA e computação de alto desempenho avançou 52%.

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Parte desse poder não desapareceu; pode ter mudado de mãos. Equipamentos usados, como Antminer S21 XP, estão sendo oferecidos a operadores menores com hospedagem no Paraguai e no Texas.

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Para quem tem energia barata, comprar máquina usada pode custar menos do que renovar toda a frota. Isso abre espaço para pequenos e médios mineradores, mas também mantém a competição intensa para todos.

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Ainda não se sabe quantas máquinas vendidas vieram de gigantes listadas em bolsa nem quanto desse hardware voltou à rede. Mas o enredo é claro: a IA redesenhou o setor sem esvaziar o Bitcoin.

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Crypto @crypto • 1h

Ki Young Ju, da CryptoQuant, resume a outra face dessa corrida: hashrate maior pode significar uma rede mais segura. O paradoxo é que essa segurança também eleva a pressão sobre quem tenta minerar o próximo bloco.

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