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301d atrás 🧵 7 posts ~2 min de leitura 8.3K
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Reforma de 2017 gerou R$15 bi em economia entre 2022-24, mas decisões do STF/TST reduziram o fôlego — há desafios e oportunidades! ⚖️🧵

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Notícia principal: a reforma trabalhista de 2017 ajudou a economizar R$15 bilhões entre 2022 e 2024, mas essas economias estão encolhendo na esteira de decisões do STF e TST — o jogo mudou e vale a pena entender por quê! 🧵

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Os números do estudo da CNI, MBC e FGV são claros: R$8 bi economizados em 2022, R$6 bi em 2023 e apenas R$699 milhões em 2024. A queda é rápida — mostra que ganhos de curto prazo podem ser voláteis diante de decisões judiciais.

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Um ponto-chave: a modificação do princípio da sucumbência pelo STF em 2021 mudou quem arca com custos dos processos. Isso mexe nos incentivos para litigar e altera a previsibilidade jurídica que empresas e trabalhadores esperavam.

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Impacto prático: mais litígios significam custos maiores para empresas, especialmente pequenas, e sobrecarga do Judiciário. Por outro lado, decisões que ampliam acesso à Justiça podem corrigir desequilíbrios e proteger direitos trabalhistas — é preciso equilíbrio.

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Aqui entra a oportunidade: legaltechs, soluções de compliance, mediação e prevenção de conflitos podem crescer com força. Empresas que investirem em cultura preventiva e negociação tendem a ganhar competitividade e reduzir riscos.

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Também há uma dimensão social importante: ajustar regras sem retrocessos garante segurança jurídica e respeito aos direitos dos trabalhadores. Regulação sábia e diálogo entre empresas, sindicatos e poder público são caminhos sustentáveis.

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Reflexão final: a desaceleração das economias geradas pela reforma é um alerta — mas também um convite à inovação institucional. Com soluções tecnológicas, políticas públicas inteligentes e diálogo social, é possível conciliar eficiência econômica e justiça no trabalho.

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