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Resumo em 10 segundos

🌍 A ciência feita em São Paulo ganha escala quando coopera além das fronteiras — sem perder de vista impacto local e acesso público ao conhecimento.

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A internacionalização da ciência paulista está no centro de uma análise de Marco Antonio Zago, professor da USP e presidente da Fapesp. 🌍🧵 O tema vai além de publicar fora: envolve cooperação, formação e circulação de conhecimento.

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A discussão foi publicada pelo Jornal da USP e parte de uma questão estratégica: como conectar universidades, centros de pesquisa e pesquisadores de São Paulo às redes científicas internacionais.

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Na prática, internacionalizar a ciência pode incluir projetos com equipes de outros países, intercâmbio de estudantes e pesquisadores, acesso a infraestrutura compartilhada e participação em debates científicos globais.

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Essas conexões são especialmente relevantes em áreas que exigem cooperação ampla, como saúde, clima, biodiversidade, energia e tecnologias avançadas. Problemas complexos raramente respeitam fronteiras nacionais.

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Mas colaboração internacional não deve significar dependência. O desafio é fortalecer capacidade científica local, formar profissionais e transformar conhecimento em benefícios para a população brasileira.

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Universidades públicas e agências de fomento têm papel central nesse processo: financiamento contínuo, redes abertas de pesquisa e oportunidades de mobilidade ajudam a reduzir barreiras de acesso à ciência.

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A internacionalização mais consistente é uma via de mão dupla: São Paulo aprende com o mundo, mas também contribui com dados, pesquisadores e soluções ligadas à sua realidade social, ambiental e econômica.

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