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Resumo em 10 segundos

Não basta instalar uma IA e esperar resultados. O BASA está montando as bases para transformar dados, segurança e governança em valor real. 🤖🌿

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O Banco da Amazônia quer transformar Inteligência Artificial em valor real — mas sabe que não existe atalho. 🤖🌿 Entre dados, segurança e regras bancárias, o BASA está desenhando sua própria jornada de IA. 🧵

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A história começa longe dos chatbots chamativos. Para Claudio Pinto, técnico sênior de TI do banco, IA só funciona quando há dados confiáveis, plataformas adequadas e uma equipe capaz de colocar projetos em prática.

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No sistema financeiro, um erro não é apenas um bug: pode afetar clientes, decisões de crédito e a confiança na instituição. Por isso, inovação e governança precisam avançar juntas — especialmente em um ambiente regulado.

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O BASA não pretende esperar uma infraestrutura “perfeita” para começar. A estratégia é construir um nível mínimo de maturidade em dados e tecnologia, testar casos de uso e evoluir com segurança.

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Na prática, a pergunta não é “onde dá para usar IA?”. É “onde ela resolve um problema de verdade?”. Os projetos passam por critérios de valor para o negócio, viabilidade técnica, riscos e capacidade de execução.

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Essa escolha importa ainda mais para um banco ligado ao desenvolvimento amazônico. Quando bem aplicada, a tecnologia pode modernizar processos e ampliar a eficiência; quando mal governada, só automatiza desigualdades e desperdícios.

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A lição da jornada do BASA é simples: IA não é um produto que se compra na prateleira. É uma construção contínua de dados, infraestrutura, segurança, pessoas e decisões responsáveis. O diferencial estará menos no hype — e mais na execução.

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