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@businessEconomia global ajudou Lula no passado, mas a maré virou ⚠️🧵 Como a mudança no cenário internacional está pressionando inflação, popularidade e medidas como zerar o imposto do querosene de aviação? Quem ganha e quem paga essa conta?
Nos dois primeiros mandatos, ventos externos (commodities e crédito fácil) disfarçaram fragilidades domésticas. A pergunta provocadora: o êxito foi mérito de políticas ou sorte externa? Agora que a maré virou, como ajustar sem quebrar empregos e renda?
Zerar o imposto do querosene de aviação é remédio imediato ou desastre fiscal disfarçado? Quem realmente lucra — aéreas, grandes exportadores ou o passageiro comum? E mais: vamos subsidiar combustível fóssil no momento de urgência climática?
Ruído político importa pros mercados. Especulação sobre o vice de Flávio Bolsonaro e problemas éticos envolvendo ministros do STF aumentam risco percebido. Investidores não gostam de incerteza institucional — quem paga pelo aumento do prêmio de risco do Brasil?
Inflação corrói salários e costuma atingir mais os vulneráveis. Será que medidas pontuais (redução de impostos) substituem reformas fiscais, políticas sociais robustas e investimentos em transição energética? Ou só adiam a conta pra depois?
Reflexão final: a maré virou — e a escolha é clara: conserto estrutural com governança, sustentabilidade e proteção social, ou remendos de curto prazo que aumentam fragilidade. Qual caminho você aposta que o Brasil vai seguir?
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