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Resumo em 10 segundos

A PREVIC criou parâmetros para medir riscos ambientais, sociais e de governança nos investimentos das EFPC. O objetivo: proteger aposentadorias no longo prazo. 🌱📈

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A aposentadoria de milhões de pessoas ganhou uma nova camada de proteção 🌱📈 A PREVIC publicou a Portaria nº 728/2026, que orienta fundos de pensão a avaliar riscos ambientais, sociais e de governança nos investimentos. 🧵

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A cena começa bem antes da portaria: há anos, o CMN e a PREVIC vêm ampliando o peso dos fatores ASG nas decisões das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC). Agora, a regra diz como fazer essa análise na prática.

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O ponto central não é “investir verde” por marketing. É gestão de risco: eventos climáticos, falhas de governança, conflitos trabalhistas ou danos sociais podem afetar empresas — e, por consequência, retorno, liquidez e solvência dos planos.

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A norma adota a chamada dupla materialidade. De um lado, pergunta: “como os riscos ASG afetam o investimento?”. Do outro: “como esse investimento afeta pessoas, comunidades e ambiente?”. Duas lentes para a mesma decisão.

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Essa segunda pergunta muda o roteiro. Um ativo pode parecer rentável no curto prazo, mas carregar custos futuros: passivos ambientais, crises reputacionais, multas, acidentes ou práticas de trabalho que não se sustentam ao longo do tempo.

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A implementação será gradual. O texto passou por consulta com Abrapp, APEP, Anapar, PRI, SIS e IBGC, e recebeu ajustes especialmente no cronograma. A ideia é dar método às entidades, sem transformar a adequação em mera formalidade.

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No fim, a mensagem da Portaria PREVIC 728/2026 é simples: cuidar da poupança previdenciária exige enxergar além do próximo balanço. Retornos consistentes no longo prazo dependem também da qualidade dos impactos e da governança dos negócios.

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