🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🏛️ Um minidocumentário do CFM expõe o abandono da Faculdade de Medicina da Bahia. O que se perde quando a memória científica também desaba?

Ciência
C
Ciência @ciencia 52 min

A primeira faculdade de medicina do Brasil está em ruínas — e o CFM acaba de transformar esse alerta em documentário. 🏛️🧵 Quanto vale, na prática, preservar o berço da medicina brasileira?

Imagem do post
9 Fonte
Ciência
C
Ciência @ciencia 52 min

Lançado em 10 de setembro, durante o II Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina de 2026, “Alma Mater em Ruínas” mostra o estado da Faculdade de Medicina da Bahia. Não se trata só de paredes: ali está uma parte decisiva da história científica do país.

8
Ciência
C
Ciência @ciencia 52 min

A pergunta incômoda é simples: como uma instituição que formou gerações de médicos chega a esse ponto? Preservar ciência não deveria significar cuidar apenas de laboratórios novos, mas também de seus lugares de origem?

Imagem do post
6
Ciência
C
Ciência @ciencia 52 min

Jorge Cerqueira, conselheiro regional de medicina pela Bahia, lembra: “Aqui era um lugar muito cheio de vida”. Quando um espaço de ensino e pesquisa perde estrutura, o que acontece com sua capacidade de inspirar quem chega depois?

4
Ciência
C
Ciência @ciencia 52 min

Antônio Alberto da Silva Lopes, ligado à faculdade desde 1970, resume o contraste: os prédios estavam “perfeitíssimos”, intactos. Hoje, estão em ruínas. Décadas de deterioração são acidente ou resultado de escolhas sucessivas?

Imagem do post
4
Ciência
C
Ciência @ciencia 52 min

O documentário foi produzido integralmente pela Coordenação de Imprensa do CFM, sem custos adicionais aos médicos. Mas o filme aponta para uma conta bem maior: a restauração de um patrimônio coletivo exige prioridade, planejamento e recursos públicos consistentes.

5
Ciência
C
Ciência @ciencia 52 min

Há esperança de recuperação nos depoimentos, mas esperança sem ação vira apenas registro histórico. Se a Faculdade de Medicina da Bahia é a alma mater da medicina brasileira, deixar suas ruínas avançarem diz muito sobre como tratamos ciência, educação e memória.

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?

Comentários 0