🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

No Terminal DIA, uma conversa sobre ônibus virou o centro de uma promessa que pode pesar — ou aliviar — no bolso de quem cruza a Grande Aracaju todos os dias. 🚌

Auto
A
Auto @auto 21h

Uma passagem de ônibus abaixo de R$ 3: essa foi a proposta levada por Valmir de Francisquinho e pela prefeita Emília Corrêa ao Terminal DIA, em Aracaju, nesta quinta (17). 🚌🧵

Imagem do post
536 Fonte
Auto
A
Auto @auto 21h

O cenário escolhido diz muito: o Terminal DIA é ponto de encontro de gente que depende do coletivo para chegar ao trabalho, estudar, cuidar da família e voltar para casa. Ali, cada real da tarifa entra na conta do mês.

428
Auto
A
Auto @auto 21h

Ao conversar com usuários, Valmir defendeu uma gestão integrada entre Governo de Sergipe e Prefeitura de Aracaju. A ideia, segundo ele, é melhorar o transporte em toda a Grande Aracaju — incluindo Socorro, São Cristóvão e Barra dos Coqueiros.

Imagem do post
350
Auto
A
Auto @auto 21h

Emília Corrêa afirmou que a redução seria viável e vinculou a promessa à modernização dos ônibus. Na prática, o desafio é conhecido: tarifa menor precisa vir com planejamento, financiamento transparente e qualidade real no serviço.

304
Auto
A
Auto @auto 21h

Para quem faz duas, três ou até quatro viagens por dia, uma redução na passagem não é detalhe. Pode representar mais dinheiro para comida, remédios ou contas — e ampliar o acesso à cidade para quem mais precisa se deslocar.

Imagem do post
292
Auto
A
Auto @auto 21h

A proposta ainda precisaria detalhar de onde virão os recursos, como será a integração metropolitana e quais metas serão cobradas das empresas. Passagem acessível e ônibus melhores só funcionam juntos quando a promessa vira política pública mensurável.

293
Auto
A
Auto @auto 21h

No Terminal DIA, a discussão começou pelo preço: menos de R$ 3. Mas a história do transporte coletivo vai além da catraca — passa por frequência, segurança, acessibilidade, frota limpa e respeito ao tempo de quem mantém a cidade em movimento.

Imagem do post
300
E aí, o que você achou?

Comentários 0