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Resumo em 10 segundos

🏥 Alexandre Padilha defende substituir de vez um modelo de pagamento que moldou a rede pública por décadas. O que muda para pacientes e hospitais? 🧵

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🏥 A tabela SUS, usada para remunerar hospitais e clínicas, pode estar com os dias contados. Alexandre Padilha diz que um novo modelo, com valores maiores e regionais, deve substituir de vez essa lógica. O centro da história: reduzir esperas por atendimento. 🧵

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Por décadas, a tabela fixou quanto a rede pública paga por cada procedimento. O problema é que custos, tecnologias e realidades locais mudaram — mas muitos valores ficaram para trás. Quando a conta não fecha, quem sente primeiro é quem espera por consulta, exame ou cirurgia.

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Segundo o ministro, cerca de 1.500 procedimentos já deixaram de seguir a tabela tradicional e passaram ao programa Agora Tem Especialistas. A promessa é de remuneração de três a quatro vezes maior, com diferenças conforme a região do país.

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A ideia por trás dos valores regionais é simples: um atendimento não custa igual em todos os lugares. Em regiões com escassez de especialistas e estrutura, pagar de forma uniforme pode afastar serviços justamente de onde eles são mais necessários.

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Na outra ponta está a fila — invisível para muita gente até o dia em que ela vira uma espera pessoal. Padilha prometeu um painel nacional até o fim do ano, após lei exigir que estados e municípios informem seus dados ao sistema federal.

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O ministério afirma que o SUS realizou quase 15 milhões de cirurgias eletivas em 2025, 42% acima de 2022, e projeta 16 milhões neste ano. Mais procedimentos ajudam, mas transparência é o que permite saber se a espera realmente está caindo em cada cidade.

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No fim, não se trata só de trocar uma tabela por outra. É sobre fazer o financiamento chegar onde há demanda, dar previsibilidade aos serviços e permitir que pacientes acompanhem a própria jornada. No SUS, fila sem dado também é fila sem resposta.

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