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Resumo em 10 segundos

📊 Em 2018, a vantagem era de Bolsonaro. Em 2022, de Lula. Agora, 2026 chega com uma disputa bem mais apertada — e pesquisas são retratos, não sentença.

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A uma semana do 1º turno de 2026, Lula aparece com 41% e Flávio Bolsonaro, com 36% no agregador da BBC News Brasil. A diferença existe, mas o clima é de disputa aberta — bem diferente dos dois últimos pleitos. 📊🧵

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Para entender o tamanho dessa tensão, vale voltar a 2018. Na mesma altura da campanha, Jair Bolsonaro liderava sobre Fernando Haddad: 28% a 22% no Datafolha e 31% a 21% no Ibope.

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Nas urnas, aquela vantagem cresceu: Bolsonaro terminou o 1º turno com 46% dos votos válidos; Haddad, 29,3%. A campanha de 2018 mostrou como a reta final pode concentrar votos e mudar a dimensão de uma liderança.

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Em 2022, o roteiro se inverteu. A uma semana da votação, Lula marcava 47% no Datafolha e 46% na Quaest. Bolsonaro tinha 33% nos dois levantamentos. No dia da eleição, Lula chegou a 48,4%.

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Agora, o retrato é mais apertado. Na Quaest divulgada em 28 de setembro, Lula tem 39% e Flávio, 34%, com margem de erro de 2 pontos. Lula subiu 2 pontos na semana; Flávio, 1.

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O terceiro personagem é Augusto Cury, do Avante. Após alcançar 10% no início de setembro, impulsionado pelo debate na Band, ele caiu para 4%. Seu desempenho ajuda a definir quanto espaço haverá para os dois polos na reta final.

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Pesquisas não substituem a urna: elas registram um momento, sob regras metodológicas e margens de erro. Mas a comparação revela uma eleição em que informação confiável, debate público e participação ampla podem pesar tanto quanto a diferença numérica.

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