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Resumo em 10 segundos

📊 Mercado odeia incerteza, mas sua carteira não precisa virar aposta eleitoral. Veja o que especialistas recomendam.

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A uma semana da eleição, a dica mais repetida por gestores e bancos é bem simples: não transforme sua carteira numa aposta de urna. 📊🧵

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Com Lula e Flávio Bolsonaro sem um favorito claro na leitura do mercado, cada pesquisa pode mexer com dólar, Bolsa e juros. Só que reação de curto prazo não é, por si só, motivo para desmontar tudo.

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E tem um dado que ajuda a respirar: levantamento do UBS com eleições anteriores não encontrou aumento consistente de volatilidade em Bolsa, câmbio e renda fixa. O barulho existe — mas nem sempre vira mudança estrutural.

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Para quem quer ficar mais protegido enquanto o cenário clareia, o pós-fixado segue como “poltrona de espera”: Tesouro Selic e CDBs atrelados ao CDI costumam dar liquidez e rendimento ligado aos juros.

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No longo prazo, Tesouro IPCA+ também aparece forte nas recomendações: ele busca proteger o poder de compra contra a inflação. O cuidado é com títulos muito longos, que podem oscilar bastante antes do vencimento.

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Quer investir agora? Nada de colocar tudo de uma vez nem esperar eternamente pelo “momento perfeito”. Uma saída é dividir o valor em aportes, por exemplo em três etapas até novembro. Isso reduz o risco de entrar num pico.

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Na Bolsa, quem já investe tende a ganhar mais mantendo a calma e rebalanceando depois, se necessário. Quem vai começar, só faz sentido com horizonte de pelo menos 5 anos. Em semana eleitoral, diversificação vale mais que adivinhação.

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