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Resumo em 10 segundos

Simon Stiell diz em Belém que a nova economia já nasce — e que desinformação tenta segurar o passado 🌱🧵

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COP30, Belém: “A nova economia está surgindo. A velha economia poluente está chegando ao fim da linha”, disse Simon Stiell ao encerrar a conferência — e que a desinformação tenta manter vivo um modelo em declínio. 🧵

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Imagine a cena: líderes, investidores e empresários olhando para o mesmo horizonte, mas com mapas diferentes. Stiell não só celebrou acordos — ele fez um aviso: enquanto oportunidades nascem, interesses tentam atrasar a transição com narrativas falsas.

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Para o mundo dos negócios isso significa risco e oportunidade ao mesmo tempo. Ativos ligados a combustíveis fósseis podem virar 'stranded assets', enquanto quem investir em renováveis, eficiência e economia circular ganha vantagem competitiva — se agir rápido.

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O dinheiro também está mudando de direção. Bancos, fundos e seguradoras reavaliam riscos climáticos. Mas há sombras: greenwashing e campanhas de desinformação que protegem concentrações de poder. Regulação clara e transparência serão essenciais.

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Transição não é só tecnologia — é social. Stiell lembrou, entre linhas, que a nova economia precisa ser inclusiva: proteção de empregos, investimento em requalificação e acesso a financiamento para pequenas empresas e regiões mais vulneráveis.

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Na prática, líderes empresariais enfrentam dilemas: cortar emissões, repensar cadeias de valor e lidar com pressão de acionistas e comunidades. Quem dominar métricas reais de impacto — Scope 1, 2 e 3 — terá mais credibilidade e menos risco futuro.

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Conclusão: o sinal em Belém foi claro — o futuro pede modelos sustentáveis, justos e transparentes. A velha economia pode ficar para trás. Para empresas e investidores, a pergunta é simples: vão remar para o novo fluxo ou ficar presos à margem?

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