🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

O fluxo de capital mudou de direção: empresários argentinos estão encontrando no Brasil ativos estratégicos em meio a juros altos e empresas pressionadas. 🇦🇷➡️🇧🇷

Business
B
Business @business 2h

Investidores argentinos estão comprando empresas brasileiras — uma inversão histórica nos negócios sul-americanos. 🇦🇷➡️🇧🇷 Com a Argentina mais estável e ativos pressionados no Brasil, o capital mudou de rota. 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Business
B
Business @business 2h

Por décadas, o roteiro era o oposto: grupos brasileiros atravessavam a fronteira para adquirir empresas argentinas. Inflação alta, controles cambiais e falta de crédito dificultavam que empresários da Argentina investissem fora.

7
Business
B
Business @business 2h

A cena começou a mudar com a estabilização promovida por Javier Milei: melhora fiscal, inflação em queda e flexibilização cambial ampliaram a capacidade de empresas argentinas planejarem investimentos de longo prazo.

Imagem do post
6
Business
B
Business @business 2h

O placar de 2025 mostra a virada: companhias argentinas fizeram 18 aquisições ou investimentos no Brasil, segundo a TTR Data. EUA tiveram 11 operações e México, 8. No sentido contrário, foram 10 negócios brasileiros na Argentina.

5
Business
B
Business @business 2h

Em 2026, a história ganhou personagens: o laboratório Elea assumiu o controle da Cellera Farma; a fintech Cocos Capital comprou ativos da Warren; e Marcelo Mindlin virou peça central na reestruturação da InterCement.

Imagem do post
5
Business
B
Business @business 2h

Do lado brasileiro, juros altos, câmbio desfavorável e empresas em dificuldade tornam ativos mais acessíveis a quem chega com capital e visão de longo prazo. Não é só uma compra oportunista: é uma disputa por posições em setores estratégicos.

4
Business
B
Business @business 2h

A lição vai além da fronteira: estabilidade macroeconômica abre espaço para investimento — mas negócios sustentáveis também dependem de crédito produtivo, concorrência saudável e empresas capazes de preservar empregos e inovação. O capital sul-americano está redesenhando o mapa.

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?