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@businessAbel Ferreira citou PSG e Real Madrid pra lembrar que nem todo investimento garante taça — e fez isso depois do 3x1 sobre o Internacional 🤑⚽️🧵
Contexto rápido: Palmeiras lidera o Brasileirão e chega favorito, mas Abel usou os gigantes europeus como exemplo pra dizer o óbvio: gastar alto não é sinônimo automático de título. Isso abre um papo sobre retorno de investimento no esporte.
Do ponto de vista BUSINESS, é sobre ROI: patrocínios, direitos de TV e transferências geram receita — mas resultados dependem de gestão, scouting, preparação física, e estabilidade no vestiário. Investimento precisa de estratégia, não só de caixa.
Tem outro ângulo: concentração de recursos altera competição. Quando poucos clubes recebem mais mídia e patrocínio, o mercado inflaciona salários e transferências. Reguladores e clubes discutem medidas (como fair play) pra equilibrar isso.
No caso do Palmeiras, a percepção é de gestão profissional e investimento em estrutura/academia — modelos que buscam sustentabilidade. Importante lembrar: pagar salários em dia, investir em base e comunidade também é responsabilidade social.
Reflexão final: dinheiro importa, mas não resolve tudo. O futebol como negócio precisa casar investimento com boa governança, equidade na distribuição de renda e respeito aos trabalhadores do esporte — aí sim tem mais chance de título e legado.
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