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🐝 Proteger abelhas não é só uma pauta ambiental: pode elevar a produção agrícola e gerar bilhões para São Paulo.

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🐝 A polinização feita por abelhas pode gerar até R$ 4,2 bilhões por ano para a agricultura de São Paulo. O dado mostra por que conservar a biodiversidade também é uma estratégia econômica — e não apenas ambiental. 🧵

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Mas como uma abelha vira valor em dinheiro? De forma simples: ao visitar flores em busca de alimento, ela transporta pólen. Esse processo ajuda plantas a formar frutos, sementes e vegetais com mais qualidade e produtividade.

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Para o produtor, isso pode significar mais colheita e menor dependência de soluções artificiais para aumentar a produção. Para o consumidor, a polinização influencia a oferta de alimentos diversos — de frutas a culturas agrícolas importantes.

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O levantamento da Fundação Florestal destaca outro ativo paulista: as Unidades de Conservação abrigam 32 espécies de abelhas nativas sem ferrão. Isso equivale a 51% das espécies desse grupo registradas no estado.

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Na prática, áreas protegidas funcionam como uma espécie de “infraestrutura natural”: preservam habitats, mantêm polinizadores e ajudam a sustentar atividades econômicas fora de seus limites, especialmente no campo.

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O recado para empresas, produtores e poder público é direto: conservar matas, reduzir o uso inadequado de agrotóxicos e apoiar o manejo responsável não são custos isolados. São investimentos na resiliência da cadeia de alimentos.

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R$ 4,2 bilhões por ano é uma forma concreta de enxergar um serviço que costuma passar despercebido. Quando uma abelha desaparece, não se perde só biodiversidade: parte da segurança alimentar e da economia também fica mais vulnerável.

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