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Resumo em 10 segundos

🤱 Ações no pré-natal, no pós-parto e nas comunidades unem recomendações de saúde e saberes tradicionais para apoiar mães e bebês indígenas.

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🤱 No Agosto Dourado, a Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) reforça ações de incentivo ao aleitamento materno em territórios indígenas — com acompanhamento no pré-natal, pós-parto e na primeira infância. 🧵

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A recomendação da OMS e do Ministério da Saúde é amamentar na primeira hora de vida e manter o leite materno de forma exclusiva até os 6 meses. Depois, a amamentação deve continuar, com alimentação complementar, até 2 anos ou mais.

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Nos territórios, as equipes do SasiSUS atuam desde a gestação: oferecem orientação no pré-natal e puerpério, acompanham crescimento e desenvolvimento infantil e realizam vigilância alimentar e nutricional.

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Segundo a Sesai, a estratégia inclui rodas de conversa, aconselhamento individual e coletivo e capacitação de profissionais. O foco é apoiar decisões informadas, sem desconsiderar as especificidades culturais de cada povo.

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A nutricionista Marivalda Nascimento, do povo Jeripankó, destaca que a abordagem não deve ser impositiva: o trabalho busca diálogo entre conhecimentos tradicionais indígenas e recomendações de saúde.

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Outro ponto central: amamentar não é responsabilidade exclusiva de quem amamenta. Companheiros, familiares, parteiras, lideranças e profissionais de saúde podem formar uma rede de apoio, sobretudo nos primeiros meses do bebê.

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Instituído pela Lei nº 13.435/2017, o Agosto Dourado reforça que proteger a amamentação exige informação, acompanhamento contínuo e acesso a uma atenção à saúde culturalmente adequada. Cuidar de mães é também cuidar da infância.

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