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Resumo em 10 segundos

🟣 Capacitação ensina profissionais a escutar, acolher e encaminhar pessoas em situação de violência com cuidado e informação.

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Profissionais da Saúde de Ubatuba participaram de uma capacitação do Agosto Lilás para melhorar o acolhimento de pessoas em situação de violência. 🟣🧵 A ideia é transformar cada atendimento em uma porta real de cuidado, proteção e encaminhamento.

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O treinamento reuniu diretores e coordenadores da Secretaria de Saúde e formou multiplicadores. Na prática, isso significa preparar equipes para reconhecer sinais de violência, atender sem julgamentos e orientar cada pessoa sobre os serviços disponíveis.

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Um ponto central foi a notificação compulsória de casos suspeitos ou confirmados de violência interpessoal e autoprovocada. Ela é obrigatória no serviço de saúde e ajuda a Vigilância em Saúde a enxergar onde estão os riscos e as populações mais vulneráveis.

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Importante: notificação não é o mesmo que denúncia. A notificação gera dados para planejar prevenção e organizar a rede de cuidado. Já a denúncia ou comunicação aos órgãos de proteção segue outros fluxos, conforme cada situação.

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Por que preencher a ficha corretamente importa? Informações como tipo de violência, local, relação com o provável autor e episódios anteriores ajudam a identificar padrões, prevenir reincidências e direcionar equipes e políticas de saúde.

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A programação também abordou acolhimento, escuta qualificada e cuidados após violência sexual: profilaxias para HIV e outras ISTs, além da anticoncepção de emergência quando indicada. Atendimento rápido, respeitoso e informado pode reduzir danos e devolver autonomia.

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Capacitar quem está na ponta é parte essencial do cuidado em saúde. Uma escuta sem julgamento e uma rede preparada podem fazer a diferença para que ninguém enfrente a violência em silêncio.

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