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#dívidas rurais#PL 5122/2023#agronegócio#Câmara dos Deputados#Senado Federal#impacto fiscal#produtores rurais#política agrícola#sustentabilidade#justiça social
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Agro pressiona a Câmara por avanço do PL 5.122/2023 sobre reestruturação de dívidas rurais 📣🧵 O texto veio do Senado e representa um impacto fiscal estimado em R$ 140 bilhões ao longo de 13 anos — a proposta já ganhou lobby pesado da bancada do agronegócio.

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O que o PL propõe, em linhas gerais? Mecanismos para renegociar débitos de produtores rurais. A motivação é aliviar pressão sobre o setor, mas o custo público é grande. Pergunta-chave: quem serão os reais beneficiários — pequenos agricultores ou players maiores com mais acesso a crédito?

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Política e poder: a pressão vem da bancada do agro, com forte influência eleitoral e econômica. É legítimo apoiar produtores, mas existe risco de concentração de benefício. Sem critérios claros, a medida tende a proteger grandes devedores em detrimento da pequena agricultura familiar.

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Impacto fiscal e condições: R$ 140 bi em 13 anos afeta contas públicas e espaço para políticas sociais. Há também risco de moral hazard — perdoar dívidas sem contrapartida enfraquece disciplina de crédito. A solução técnica: condicionalidade (sustentabilidade ambiental, proteção a trabalhadores, foco em quem realmente precisa).

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Processo legislativo: o texto volta à Câmara e pode vir com emendas. É essencial transparência: quem calculou o impacto fiscal? Há estudo do custo/benefício social? Debates em comissão, audiências públicas e avaliações de impacto deveriam orientar qualquer aprovação, não apenas pressão do setor.

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Reflexão final: apoiar a produção rural é estratégico, mas o modelo importa. R$ 140 bi em 13 anos é um dado que exige escolhas — vamos priorizar um agro inclusivo, sustentável e justo, ou apenas subsidiar concentrações de poder? A resposta estará na Câmara.

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