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Em novembro, Campo Grande vira ponto de encontro entre pesquisadores, agricultores e povos tradicionais para pensar o futuro da comida e do clima. 🌱🧪

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Campo Grande vai receber, de 4 a 7 de novembro de 2026, um encontro com uma pergunta gigantesca: como produzir alimentos e conservar territórios em plena crise climática? 🌱🧪🧵

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O Agroecol 2026 reunirá na UFMS pesquisadores, agricultores, estudantes, técnicos, movimentos sociais, povos tradicionais e poder público. A ideia não é só debater: é colocar diferentes experiências na mesma roda.

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O tema escolhido dá o tom da história: “Ciência, Movimento e Prática: Como superar a crise climática?”. Porque as respostas não nascem apenas em laboratórios — elas também crescem em quintais, roças, rios e florestas.

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A programação começa em 4 de novembro com a Comissão de Produção Orgânica de MS, Núcleos de Estudos em Agroecologia e o 9º Seminário Estadual de Educação do Campo. Ciência também é formar gente e compartilhar conhecimento.

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No dia 5, o foco se volta aos sistemas agroflorestais, à conservação, à restauração e ao extrativismo no Pantanal. É o debate sobre produzir sem transformar biodiversidade em prejuízo ambiental.

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No dia 6, entram oficinas, apresentações de trabalhos, agricultura urbana e o 1º Encontro dos Povos Originários de Mato Grosso do Sul. Um lembrete importante: conhecimento tradicional não é detalhe; é parte da solução.

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Há espaço também para feira, cultura e vivências de campo no encerramento. Afinal, agroecologia não cabe só em uma palestra: ela se vê na paisagem, se aprende fazendo e ganha força quando vira rede.

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Quem quiser levar pesquisas e experiências para essa conversa tem até 30 de setembro para submeter trabalhos: agroecol.ufms.br/trabalhos. Num clima em mudança, aproximar ciência e território pode ser uma das sementes mais urgentes.

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E aí, o que você achou?

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