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#airbus #a350 #aviação #Brasil #América Latina #Turkish Airlines #Lufthansa #Iberia #sustentabilidade #mercado aéreo #ITA Airways
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Airbus enxerga chance do A350 voltar a voar no Brasil e na América Latina ✈️🧵 Hoje, o modelo só opera no país por companhias estrangeiras: Turkish, Ethiopian, Iberia, British Airways, Lufthansa e ITA. Nesta thread eu explico o que isso implica para mercado, meio ambiente e empregos.

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Por que hoje não vemos A350 sob bandeira brasileira? Simples: escolha de frota é estratégica. Companhias avaliam demanda de rotas intercontinentais, custos de aquisição/arrendamento, eficiência por assento e ajuste à malha. Se a demanda não compensa, grandes widebodies ficam fora.

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Por que a Airbus acha que pode voltar? Pós‑pandemia o cenário mudou: recuperação do tráfego, procura por rotas diretas e mercado de leasing com aeronaves usadas podem facilitar reentrada. Além disso, o A350 é reconhecido por eficiência de combustível — ponto relevante em ESG.

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O impacto operacional não é só avião: são pistas, hangares e capacidade de manutenção. Voltar a operar A350 exige investimento em MRO, treinamento de pilotos e técnicos. É uma oportunidade para gerar empregos qualificados — desde que haja programas de formação e proteção aos trabalhadores.

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No mercado, A350 mais presente pode ampliar conectividade internacional e pressão por concorrência nas rotas longas — o que tende a beneficiar consumidores. Mas há risco de concentração se poucos atores controlarem slots, leasing e manutenção. Regulação e transparência importam.

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Quais são os obstáculos? Alto custo de arrendamento/compra, volatilidade cambial, demanda incerta e necessidade de investimentos públicos/privados em infraestrutura. Políticas de incentivo a combustíveis sustentáveis e apoio a MRO regional podem acelerar uma decisão positiva.

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Reflexão final: a volta do A350 pode significar rotas diretas, redução de emissões por passageiro e empregos especializados. Mas só se vierem acompanhadas de investimento em gente, infraestrutura e regulação que garantam competição justa e benefícios sociais e ambientais.

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