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Diretor da IFI diz que relaxar regras pode empurrar conta para 2027 — e prevê Selic em queda a partir de 2026. E agora, quem paga? 🧠💸

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Marcus Pestana: economia exigirá ajuste fiscal mais rígido a partir de 2027 🧵 O diretor da IFI critica o afrouxamento do arcabouço fiscal e prevê ciclo de redução da Selic a partir de 2026. O que isso significa para orçamento, serviços públicos e empregos?

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O que realmente mudou com o tal 'afrouxamento do arcabouço'? Regras menos rigorosas agora podem virar fatura maior depois. Será que estamos empurrando o problema para 2027 em nome de alívio imediato? Quem ganhou e quem perde com esse desajuste?

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Pestana prevê queda da Selic a partir de 2026 — alívio para crédito e investimentos, mas será suficiente? Reduzir juros sem um ajuste fiscal crível pode só maquiar um desequilíbrio. Política monetária resolve dívida? Ou apenas adia o aperto?

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A palavra 'ajuste' assusta porque frequentemente significa cortes. Por que a alternativa progressista — tributar privilégios, combater sonegação, rever subsídios regressivos — não ganha mais espaço no debate? Qual caminho preserva saúde, educação e emprego?

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Quem manda no ajuste: mercado, governo ou sociedade? IFI aponta riscos, mas decisões passam pelo Congresso. Vamos aceitar medidas que beneficiem credores e concentrem poder, ou exigir transparência e equidade? Quem terá coragem de propor um ajuste justo?

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Conclusão: escolher entre ajuste cego e ajuste com justiça social é uma decisão política e técnica. Queremos reduzir dívida protegendo os mais vulneráveis ou preferimos transferir custos para serviços públicos e trabalhadores? Qual futuro você acha aceitável?

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E aí, o que você achou?