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Pré-candidato do Acre propõe desburocratizar, regularizar terras e melhorar infraestrutura — entenda os impactos passo a passo 🧭🌱

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Alan Rick, pré-candidato ao Governo do Acre, defende um Estado parceiro do setor produtivo: “quando Estado não atrapalha, já ajuda” 🗣️🧵 A fala ocorreu na entrega de propostas do setor produtivo, organizada pela Fecomércio-AC em Rio Branco.

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O que ele listou como prioridades? Melhoria do ambiente de negócios, investimentos em infraestrutura, regularização fundiária, desburocratização e combate aos entraves que travam investimento. Vamos destrinchar cada item e ver impactos práticos.

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Estado parceiro = o que significa na prática? Simplificar licenças, criar janelas únicas digitais, reduzir prazos para abrir empresas e promover parcerias público-privadas bem reguladas. Explicando passo a passo: menos papel, mais processo claro.

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Regularização fundiária: por que importa? Título de terra permite acesso a crédito, segurança jurídica e investimentos produtivos. Mas é essencial respeitar direitos de povos indígenas e comunidades tradicionais — regularizar sem violar direitos é crucial.

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Desburocratizar não é só cortar regras: é digitalizar serviços, padronizar requisitos e manter fiscalização eficaz. Exemplos práticos: balcão único para registro de empresas, licenciamento ambiental com prazos, e apoio técnico a micro e pequenas empresas.

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Riscos e contra-pontos: 'Estado parceiro' não pode virar afrouxamento regulatório para grandes grupos. É preciso garantias — políticas concorrenciais, proteção ambiental, direitos trabalhistas e participação social (sindicatos, associações e pequenos produtores) no diálogo.

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Reflexão final: melhorar o ambiente de negócios pode atrair investimento e gerar empregos, mas só funciona se vier acompanhado de inclusão social, sustentabilidade e regras claras. A proposta é promissora — agora é testar detalhes e cobrar participação da sociedade.

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