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Resumo em 10 segundos

A campanha de Lula questiona falhas, alcance e transparência nas plataformas da Meta. O caso coloca os algoritmos no centro da disputa digital. 📱🤖

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Um vídeo de Nikolas Ferreira chegou a 56,1 milhões de views no Instagram — mas teve 369,4 mil no TikTok. 📱 A diferença entrou numa ação da campanha de Lula no TSE, que questiona como a Meta distribui conteúdo. 🧵

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A discussão não é só sobre um post viral. A equipe de Lula afirma que conteúdos do seu campo político sofreram redução abrupta de alcance, bloqueios sem explicação e problemas para impulsionar anúncios no Instagram e Facebook.

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A Meta reconheceu falhas técnicas em anúncios de Lula, mas negou que seus algoritmos tenham viés ideológico ou favoreçam candidaturas. Em outras palavras: admite erro operacional, mas rejeita manipulação política.

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Também entrou no caso a IA da Meta no WhatsApp. A campanha questiona um suposto enviesamento da ferramenta na criação de imagens ligadas à candidatura de Flávio Bolsonaro. A empresa terá de esclarecer os registros do caso.

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O relator, ministro Marco Aurélio Bellizze, mandou a Meta preservar dados e explicar medidas aplicadas aos perfis em 48 horas. O mérito da ação ainda não foi julgado — então as acusações seguem sob análise do TSE.

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O ponto tecnológico é enorme: quando poucas plataformas decidem, por sistemas pouco transparentes, o que milhões veem, qualquer falha ganha peso eleitoral. Auditoria, dados verificáveis e regras claras são essenciais para uma disputa digital mais justa.

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