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🗳️ Com agenda ampliada, Geraldo Alckmin passa a ser peça central na estratégia de Lula para dialogar com indecisos, religiosos e eleitorado de centro.

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🗳️ Geraldo Alckmin foi chamado a assumir um papel mais ativo na campanha de reeleição de Lula: buscar o eleitor de centro e os indecisos no segundo turno. A aposta do PT é na imagem de moderação do vice-presidente. 🧵

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Segundo o Valor Econômico, a mudança ganhou força após Lula terminar o primeiro turno atrás de Flávio Bolsonaro. A coordenação passou a revisar a estratégia e ampliou a presença de Alckmin fora de São Paulo.

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O alvo prioritário são eleitores que não votaram no primeiro turno e pessoas que não têm forte identificação com Lula, mas demonstram desconfiança em relação a um eventual governo liderado pelo filho de Jair Bolsonaro.

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Na avaliação de petistas, o segundo turno tende a ser definido também pela rejeição. Nesse cenário, Alckmin é apresentado como um interlocutor mais conhecido do centro político, perfil que já teve peso na aliança de 2022.

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A agenda inclui diálogo com diferentes grupos religiosos. Alckmin participou da plenária “Povo de Deus com a Democracia” e tinha previstas atividades com “Evangélicos com Lula” e “Judeus Pela Democracia”, em São Paulo.

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O vice, que é católico, também marcou visita à Basílica de Nossa Senhora Aparecida no feriado de 12 de outubro. O tema religioso ganhou destaque na reta final do primeiro turno e segue relevante na disputa.

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Além dos encontros, Alckmin foi a caminhadas em Ceilândia, no DF, e em Paraisópolis, em São Paulo, onde se reuniu com o G10 Favelas. A estratégia combina diálogo com setores econômicos, comunidades e organizações sociais.

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A ofensiva mostra como campanhas tentam reduzir distâncias no segundo turno: não basta mobilizar a própria base; é preciso disputar confiança, escuta e propostas para públicos diversos — especialmente quem ainda não se sente representado.

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