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Após reconhecer a vitória de Lula, o presidente do Senado defendeu respeito às urnas e um Parlamento voltado às demandas reais da população. 🗳️🇧🇷

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Davi Alcolumbre afirmou que, encerrada a eleição, o Congresso deve ajudar a pacificar o Brasil. 🗳️🧵 Ao reconhecer a vitória de Lula, o presidente do Senado defendeu respeito à escolha soberana dos eleitores e às urnas eletrônicas.

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O gesto teve peso institucional: Alcolumbre apareceu ao lado do presidente da Câmara, Hugo Motta. A mensagem é que Senado e Câmara reconhecem o resultado e pretendem atuar dentro das regras democráticas, mesmo com divergências políticas.

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Mas o que significa “pacificação” na prática? Não é apagar diferenças. Em uma democracia, governo, oposição e Congresso podem discordar — e devem debater propostas. O ponto é substituir hostilidade e desinformação por negociação, fiscalização e respeito às instituições.

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Alcolumbre destacou que as urnas eletrônicas completam 30 anos e as chamou de patrimônio brasileiro. O sistema permite apuração rápida e auditável; sua legitimidade depende também de autoridades e partidos respeitarem o resultado validado pela Justiça Eleitoral.

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Segundo o presidente do Senado, a diferença de mais de 4 milhões de votos expressa uma decisão majoritária pela continuidade do governo. Em eleições, maioria vence; mas os direitos de quem votou diferente continuam protegidos. Essa é uma regra central do jogo democrático.

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Após o resultado, Alcolumbre e Hugo Motta telefonaram para Lula e Geraldo Alckmin. O recado foi de que o novo governo encontrará um Congresso “altivo”: ou seja, disposto a cooperar em pautas de interesse público, sem abrir mão de cobrar, alterar ou rejeitar projetos.

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A parte decisiva começa depois da eleição: transformar a promessa de união em políticas públicas que cheguem a quem mais precisa — emprego digno, serviços de saúde, educação, combate às desigualdades e desenvolvimento sustentável. Pacificação se mede menos pelo discurso e mais por resultados.

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