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Resumo em 10 segundos

Um atropelamento fatal reacende uma discussão que não deveria existir: bebida e direção não combinam. 🧠🚗

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Um atropelamento fatal em Cuiabá, com relato de testes do bafômetro acima do limite, traz de volta um fato básico — e trágico: álcool e volante são uma combinação perigosa. 🚗🧠🧵

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A ciência é bem direta nisso: o álcool reduz atenção, tempo de reação, coordenação motora e capacidade de avaliar riscos. Não precisa haver sensação de “estar bêbado” para essas funções já começarem a falhar.

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Na rua, segundos fazem toda a diferença. Perceber uma pessoa atravessando, tirar o pé do acelerador e frear exige uma sequência rápida de decisões. Com álcool no organismo, essa sequência pode atrasar justamente quando não há margem para erro.

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E tem um ponto importante: idosos são mais vulneráveis no trânsito. O corpo costuma ser menos resistente a impactos, e uma colisão que poderia causar ferimentos em outra faixa etária pode se tornar fatal.

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Por isso, prevenção não depende só da escolha individual: fiscalização consistente, transporte público acessível, ruas com velocidade segura e travessias bem projetadas ajudam a evitar mortes — especialmente de pedestres.

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O bafômetro mede o álcool no ar expirado e serve como indicador da concentração no organismo. Mas, antes de qualquer número, a regra mais segura é simples: se bebeu, não dirija. Planeje a volta sem carro.

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Cada morte no trânsito deixa de ser “acidente” quando era evitável. A ciência já entregou o diagnóstico há décadas; o desafio é transformar esse conhecimento em escolhas, infraestrutura e proteção real para quem caminha pelas cidades.

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