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Resumo em 10 segundos

A Alemanha virou um dos polos mais regulados de cripto na Europa, enquanto o varejo britânico ainda engatinha. 🪙🇩🇪🇬🇧

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A Alemanha está avançando forte em cripto, enquanto o Reino Unido ainda parece estar tentando alcançar o bonde. 🇩🇪🪙 Segundo Luke Nolan, da CoinShares, a diferença passa muito pela regulação — e por quem está entrando nesse mercado. 🧵

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Na Alemanha, a adoção não vem só do hype de varejo. Family offices, gestores de patrimônio e consultores já estão levando ativos digitais para conversas mais tradicionais de investimento.

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Tem também uma mudança geracional interessante: investidores mais jovens estão buscando colocar parte de patrimônios herdados em cripto. Não é só “apostar em moeda”; é uma tentativa de diversificar o que antes ficava preso aos mesmos ativos de sempre.

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Os números ajudam a explicar o ritmo: a Alemanha tem 89 prestadores de serviços de criptoativos licenciados — 25,5% do registro MiCA da ESMA. Em junho, liderou a União Europeia com 57 empresas autorizadas.

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Os bancos perceberam o movimento. O Deutsche Bank disse aguardar aprovação para oferecer custódia cripto a clientes institucionais na Europa. E o LBBW já oferece esse tipo de solução em parceria com a Bitpanda desde 2024.

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No Reino Unido, Nolan vê um mercado de varejo ainda “incipiente”. A FCA havia proibido produtos cripto negociados em bolsa para o público em 2021 e só retirou essa restrição recentemente, enquanto prepara seu novo regime de licenças.

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A lição é simples: regra clara não elimina risco — cripto continua volátil —, mas pode dar mais segurança, concorrência e acesso responsável. Quando a regulação demora demais, inovação, empresas e usuários acabam procurando outro lugar para crescer.

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