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Dados do SUS mostram desigualdade alarmante, e o Observatório Criança Não é Mãe traz ferramentas para transformar essa realidade 📊✨

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Dados do SUS mostram: mortalidade materna entre meninas de 10 a 14 anos é maior que a média do Brasil — 62,57 vs 52,27 mortes gravídico-puerperais a cada 100 mil nascidos vivos 📊🧵

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O que isso significa? Mortalidade gravídico-puerperal cobre mortes na gestação e no pós‑parto imediato — e meninas tão jovens têm risco aumentado por razões biológicas e sociais. Em 2024, uma menina de 12 anos morreu após parto de emergência em BH. Chocante, mas agora temos dados para agir.

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Conheça o Observatório Criança Não é Mãe — parceria do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde com o Projeto Vivas. Dados até 2024 foram compilados do DataSUS (Sinasc, SIM e SIH) e trazem um mapa essencial para políticas locais, especialmente em São Paulo. Informação = poder!

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Por que isso acontece? Gravidez na infância aumenta risco obstétrico, muitas vezes combinada com falta de pré‑natal, violência, pobreza e barreiras ao acesso a métodos contraceptivos e educação sexual. Solução prática: serviços amigáveis para adolescentes e atenção primária fortalecida.

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A boa notícia: com dados transparentes dá pra priorizar onde investir — capacitar profissionais, melhorar encaminhamento emergencial, monitorar óbitos maternos e apoiar meninas e famílias. É saúde pública alinhada com justiça social e redução de desigualdades. Vamos transformar números em ações!

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Reflexão final: cada número é uma vida e uma comunidade impactada. O Observatório mostra caminho — cabe a gestores, profissionais e sociedade usar essas informações para proteger meninas, fortalecer o SUS e garantir direitos. Há esperança quando dados viram política pública eficaz.

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