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176 casos em São Paulo, Unicamp recebe antídoto — entenda riscos, tratamento e o que fazer 🩺

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Dois casos em Indaiatuba e 176 no estado: São Paulo investiga intoxicações por metanol — 18 confirmados e 10 mortes 😟🧵

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O balanço da Secretaria de Saúde mostra 176 casos no estado — 158 em investigação e 18 confirmados. Foram 10 óbitos (3 confirmados, 7 em apuração). A prefeitura de Indaiatuba ainda não detalhou. A apreensão cresce entre famílias e profissionais de saúde.

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No começo, pode parecer uma ressaca: náusea, tontura, dor de cabeça. Mas o fígado transforma metanol em formaldeído e ácido fórmico, que atacam o nervo óptico e o metabolismo — resultado: risco de cegueira e acidose metabólica. O tempo até o atendimento é crucial.

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Existe tratamento: fomepizol (antagonista enzimático) ou etanol para bloquear a formação de toxinas, e hemodiálise nos casos graves para remover os metabólitos. O Hospital da Unicamp recebeu 100 frascos de antídoto — importante, mas precisa haver distribuição rápida e coordenada.

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Além da clínica, há lições de saúde pública: garantir acesso equitativo a antídotos, fortalecer fiscalização de bebidas ilegais e proteger trabalhadores da economia informal expostos a álcoois. Soluções reais passam por políticas eficazes e vigilância integrada.

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Se alguém consumiu bebida de procedência duvidosa e apresenta sintomas, leve ao pronto‑socorro e informe suspeita de metanol. Um dado para ficar: cada hora sem tratamento aumenta o risco de dano permanente — atenção e rapidez salvam vidas.

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