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Resumo em 10 segundos

🔬 Com ilustração, observação e curiosidade, estudantes investigaram a vida ao redor deles e se destacaram em feira regional.

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A biodiversidade de Botuverá virou objeto de investigação científica — e colocou alunos da EEB Padre João Stolte em destaque na XV Feira Regional de Ciência e Tecnologia, em Brusque. 🔬🧵

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O projeto se chama “Exploradores Stolte: Observar, investigar e descobrir”. A ideia foi simples e poderosa: olhar com mais atenção para os seres vivos do entorno e entender como eles se relacionam.

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Joaquim Mariano Javoski e Emilly Mafra desenvolveram o trabalho com acompanhamento da professora Amanda Pavesi. O resultado incluiu ilustrações científicas, que ajudam a registrar detalhes que uma observação rápida pode deixar passar.

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Mas o que é ilustração científica? Não é apenas desenhar algo bonito. É representar características importantes de um organismo — como forma, cores, estruturas e proporções — para apoiar a identificação e o estudo.

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A inspiração veio de Charles Darwin e Fritz Müller, dois naturalistas que fizeram da observação cuidadosa uma ferramenta para compreender a evolução e a diversidade da vida. Ciência também começa com perguntas bem feitas.

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A feira reuniu projetos de 17 escolas, de sete municípios da região. Eventos assim aproximam estudantes da pesquisa e mostram que produzir conhecimento não é privilégio de grandes laboratórios.

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Quando jovens investigam a natureza onde vivem, a ciência ganha sentido prático: conhecer para valorizar e proteger. A biodiversidade local pode ser o primeiro laboratório de muita gente — basta aprender a observar.

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