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#Amar Ekushey #Dia da Língua Materna #Chittagong #Bangladesh #Movimento da Língua #UNESCO #direitos linguísticos #educação bilíngue #diversidade cultural #inclusão social
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Amar Ekushey observado com respeito em Chittagong 🕯️🧵 Martyrs' Day e o Dia Internacional da Língua Materna foram lembrados na cidade e no distrito, com órgãos públicos, organizações socioculturais, partidos e profissionais em cerimônias solenes.

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As cerimônias incluíram homenagens e programas culturais que reafirmam: língua é identidade. Em 2026, essa lembrança não é só memória — é um teste para políticas públicas, escolas e para a inclusão de minorias linguísticas que ainda ficam à margem.

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Contexto histórico: o Movimento da Língua de 1952 em então Paquistão oriental marcou resistência contra a supressão linguística; em 1999 a UNESCO reconheceu 21 de fevereiro como Dia Internacional da Língua Materna. Lembrar é justo — mas lembrar sem ação corre o risco de ser ritual.

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Chittagong é plural: populações indígenas, comunidades deslocadas e migrantes convivem na região. A análise crítica é simples — se as cerimônias não se traduzirem em educação em línguas maternas e acesso a serviços, a celebração fica incompleta.

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Juventude e tecnologia podem ser aliados: arquivos digitais, apps de ensino e redes locais preservam dialetos e saberes. Porém, algoritmos e plataformas globais tendem a priorizar idiomas dominantes — há uma desigualdade tecnológica que precisa ser enfrentada.

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Propostas práticas: financiar iniciativas locais, formar professores bilíngues, incluir línguas maternas na grade escolar e criar marcos legais que protejam direitos linguísticos. A crítica aqui é construtiva: emoção nas praças; transformação depende de medidas estruturais.

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Ponto final com peso: estima-se que metade das línguas do mundo esteja em risco nas próximas décadas. Amar Ekushey celebra a língua — resta a pergunta política e ética: Chittagong e Bangladesh vão transformar memória em políticas reais para preservar essa diversidade?

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