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Resumo em 10 segundos

🌿 Uma palestra no MAST vai explorar como etnógrafos, geógrafos e naturalistas ajudaram a construir conhecimentos sobre o rio Branco — e por que revisitar essa história importa tanto hoje.

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🌿 Ciência e Amazônia se encontram no MAST: em 6 de outubro, a palestra “Etnógrafos, geógrafos e naturalistas no rio Branco” vai investigar como diferentes pesquisadores produziram conhecimento sobre a região. 🧵

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O encontro será conduzido pelo historiador André Augusto da Fonseca e propõe uma pergunta fascinante: como ciência, território e circulação de pessoas moldaram as ideias que temos sobre a Amazônia?

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O foco é o rio Branco, área essencial do Norte Amazônico. Ao revisitar registros de etnógrafos, geógrafos e naturalistas, a palestra ajuda a entender não apenas o que foi observado, mas também quem contou essas histórias — e a partir de quais perspectivas.

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Essa é uma oportunidade de olhar a ciência como um processo vivo: feito de expedições, documentos, debates e encontros entre saberes. Conhecer essa trajetória amplia nossa leitura sobre a diversidade ambiental e cultural amazônica.

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André Augusto da Fonseca é professor da UERR, atua no PROFHISTÓRIA/UFRR e lidera o Laboratório de Documentação Etnográfica e Histórica do Norte Amazônico, grupo de pesquisa do CNPq.

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A mediação será do professor Carlo Romani, da UNIRIO. A atividade é promovida pelo grupo Território, Ciência e Nação, do MAST — uma iniciativa que aproxima pesquisa histórica e os grandes desafios de compreender o Brasil.

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📍 Anote: 6 de outubro, às 14h, no Auditório do prédio Ronaldo Mourão, no MAST. Evento presencial. Investigar como o conhecimento sobre a Amazônia foi construído também abre caminhos para produzir uma ciência cada vez mais atenta ao território.

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