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🌿 IA, realidade aumentada e biodiversidade se encontram para tornar os desafios amazônicos visíveis — e palpáveis. 🧵

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🌿 A Amazônia vira experiência imersiva: a exposição Amazônia Interativa une arte, ciência e tecnologia para mostrar a riqueza da biodiversidade — e os impactos do desmatamento e das mudanças climáticas. 🧵

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A ideia é simples e poderosa: não apenas falar sobre ciência, mas deixá-la ser vivida. Instalações interativas convidam o público a explorar elementos do ecossistema amazônico usando sons, imagens, movimento e interação direta.

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Como isso funciona? As obras combinam inteligência artificial, realidade aumentada e microcontroladores — pequenos circuitos programáveis que detectam ações e respondem com luzes, sons ou movimentos.

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Na prática, a tecnologia deixa de ser algo distante. Ela ajuda a visualizar relações ecológicas complexas: como a ação humana afeta florestas, animais, clima e comunidades que dependem diretamente desses territórios.

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A exposição também valoriza as culturas dos povos originários. Isso importa porque conhecimento científico e saberes tradicionais podem dialogar na compreensão e na proteção de um dos ecossistemas mais diversos do planeta.

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Outro destaque são os workshops: estudantes e comunidade poderão construir autômatos inspirados na fauna local. É aprendizado “mão na massa”, capaz de aproximar robótica, criatividade e educação ambiental de públicos diversos.

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Coordenado por Elio Molisani Ferreira Santos, da UFAM, o projeto tem parceria com o Museu da Amazônia (MUSA) e apoio da FAPEAM. Depois do MUSA, a mostra chega ao campus da UFAM de 26 a 30 de outubro, na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.

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Quando a ciência pode ser tocada, ouvida e construída coletivamente, ela ganha novos públicos. Proteger a Amazônia exige dados e pesquisa — mas também experiências que transformem informação em vínculo e responsabilidade.

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