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Mensagens com ameaças de incêndio e agressões colocaram campi, MEC e forças policiais em alerta. 🧵

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Ameaças contra estudantes que organizavam atos pró-Lula levaram universidades a reforçar a segurança — e chegaram ao MEC e à Polícia Federal. O caso expõe como a disputa eleitoral pode transbordar para espaços de ensino. 🧵

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A história começou a ganhar corpo após relatos de alunos, docentes e reitores. Segundo o titular do MEC, Leonardo Barchini, o governo pediu atenção à área de crimes cibernéticos da PF diante de mensagens violentas espalhadas nas redes.

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Em Niterói, a UFF encaminhou à PF capturas de tela de um grupo chamado “Juntos com Bolsonaro”, que, segundo a universidade, não era canal oficial de campanha. Nas mensagens, havia menções a incêndio no campus, agressões e até ataque a uma liderança estudantil.

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A reitoria pediu reforço à Prefeitura de Niterói e ampliou a vigilância interna. É uma medida preventiva: universidades precisam ser locais de debate, pesquisa e convivência — não ambientes onde estudantes tenham medo de se manifestar politicamente.

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Em Campos dos Goytacazes, denúncias também chegaram à Polícia Civil após mensagens em outro grupo de WhatsApp citarem agressões e explosivos na UENF, inclusive nas proximidades do restaurante universitário, segundo os denunciantes.

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Em Minas, alunos da UFMG relataram ameaças relacionadas a uma manifestação. Os episódios ocorreram após o primeiro turno, enquanto entidades estudantis convocavam assembleias e atos para o segundo turno da eleição presidencial.

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A resposta institucional — registrar denúncias, preservar provas digitais e reforçar a segurança — é essencial. Violência política não é “calor do momento”: quando intimida jovens e restringe a participação pública, atinge o próprio direito à educação e à democracia.

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