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Resumo em 10 segundos

Câmeras, frascos apreendidos e uma investigação sobre biossegurança colocam um laboratório da Unicamp no centro do caso. 🧪

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Imagens de segurança teriam registrado a retirada de materiais biológicos do Instituto de Biologia da Unicamp, incluindo cepas de dengue, zika e coronavírus humano. O caso está sob apuração e levanta um alerta sério sobre biossegurança. 🧪🧵

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Segundo a denúncia levada à reitoria em março, as retiradas teriam ocorrido entre novembro e fevereiro. As gravações, divulgadas pelo R7, indicariam acesso ao laboratório inclusive fora do horário regular.

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Em uma visita noturna, um dos investigados aparece, segundo a reportagem, transportando caixas com material viral sem as vestimentas de proteção exigidas. Em laboratório, protocolo não é detalhe: ele protege equipe, comunidade e ambiente.

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A Polícia Federal informou ter encontrado cerca de 270 frascos com materiais biológicos na casa do casal durante busca. Parte estaria em uma geladeira doméstica. Outros itens foram recuperados em outro laboratório, conforme a apuração.

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A investigação também examina uma possível disputa por autoria e recursos ligados a pesquisas anteriores — e se os materiais poderiam ter relação com uma empresa de biotecnologia administrada por uma das pessoas investigadas.

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Os envolvidos contestam as acusações, e a investigação federal foi temporariamente suspensa por decisão judicial. As amostras seguem sob custódia até a conclusão das apurações oficiais. O caso reforça algo básico: ciência de qualidade exige rastreabilidade, regras claras e fiscalização séria.

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