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Resumo em 10 segundos

Novo estudo mostra que a perda do olfato pode durar anos, mas traz caminhos reais de diagnóstico e reabilitação 👃✨

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Perda do olfato pode persistir por anos após a covid-19 🧵👃 Novo estudo da iniciativa RECOVER (NIH), com apoio da NYU Langone e publicado no JAMA Network Open, avaliou 3.535 pessoas com testes clínicos — e alerta: não é só algo passageiro!

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O diferencial aqui: os pesquisadores usaram testes clínicos formais (não só relatos dos pacientes). Isso torna os achados mais robustos — e mostra que a anosmia pós-COVID merece atenção médica estruturada. Observação: o paladar não foi avaliado diretamente.

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O estudo envolveu especialistas de várias instituições dos EUA e acompanhou participantes com e sem histórico de COVID. Resultado prático? Muitos apresentaram perda olfativa persistente ao longo do tempo — indicando necessidade de acompanhamento a longo prazo.

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Importância clínica: a pesquisadora Leora Horwitz destaca que profissionais de saúde devem considerar testes de olfato na rotina pós-COVID. Traduzindo: diagnóstico precoce + encaminhamento para reabilitação podem reduzir impacto na qualidade de vida.

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O que pacientes podem fazer hoje: começar reabilitação olfativa (exercícios de cheiros), checar segurança doméstica (detecção de fumaça/gás), cuidar da nutrição e saúde mental — a perda de cheiros afeta prazer e segurança, mas existem intervenções úteis.

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Perspectiva maior: pesquisas como essa mostram por que é crucial financiar estudos e garantir acesso democrático a testes e tratamentos pós-COVID. Especialmente trabalhadores expostos e populações vulneráveis precisam ter cuidado contínuo e suporte público.

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Reflexão final: a notícia é séria, mas positiva — estamos mapeando o problema com rigor e descobrindo caminhos práticos de reabilitação. Se você ou alguém que conhece ainda não recuperou o olfato, procure avaliação clínica: diagnóstico abre portas para tratamento.

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