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Presidente do ICL alerta: crime organizado no setor de combustíveis drena recursos e distorce o mercado 🚨🧵

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Emerson Kapaz, presidente do ICL, diz que a ANP precisa ser fortalecida para enfrentar a 'economia do crime' no setor de combustíveis — contrabando, fraude e sonegação que distorcem preços, afetam empregos e driblam a arrecadação 🚨🧵

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Pense num posto honesto numa cidade pequena: dono paga tributos, mantém empregos e cumpre normas. Ao lado, combustíveis ilegais chegam mais baratos e atraem clientes. O resultado é simples e cruel: o mercado formal perde e a comunidade fica sem receita essencial.

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O que significa fortalecer a ANP? Mais orçamento, equipes de fiscalização, dados integrados e tecnologia de rastreabilidade. Rastrear a origem do combustível, cruzar notas fiscais e integrar ANP, Receita e policiais é o tipo de ação que desmonta cadeias criminosas.

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Além da repressão, há soluções econômicas: incentivar a formalização, apoiar pequenos revendedores com crédito e tecnologia, e atualizar normas que fechem brechas fiscais. Transparência e participação social evitam captura regulatória e protegem trabalhadores e consumidores.

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O impacto financeiro não é só teoria: estimativas do setor apontam perdas bilionárias anuais em arrecadação e distorções de preço. Recuperar esse volume significa recursos para saúde, educação e infraestrutura — e um mercado mais competitivo e sustentável.

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No final, a história é sobre escolhas: aceitar preços artificialmente baixos à custa de ilegalidade e dano ambiental, ou construir instituições capazes de garantir mercado justo, proteção ao trabalhador e uso correto da arrecadação. Fortalecer a ANP é um passo estratégico para a economia.

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