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🔐 A dona do Claude estaria mudando uma regra polêmica: retenção de dados, sim — mas na infraestrutura do próprio cliente.

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A Anthropic deve dar mais controle de dados a clientes corporativos do Claude 🔐🧵 Segundo apuração de O GLOBO, empresas poderão manter na própria nuvem os registros exigidos pelo sistema de segurança da IA.

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A regra atual prevê guardar dados corporativos por 30 dias. A ideia da Anthropic é usar esse período para detectar ataques e novos abusos contra seus modelos mais avançados, chamados Mythos e Fable na reportagem.

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A mudança é importante porque não elimina a retenção, mas muda quem hospeda esses dados: em vez de tudo ficar na infraestrutura da Anthropic, a empresa cliente poderia usar seu próprio ambiente de nuvem.

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Na prática, isso pode facilitar a adoção de IA em setores com dados sensíveis — bancos, saúde, indústria e governo. Ter mais governança não resolve tudo, mas dá às organizações mais controle sobre acesso, auditoria e conformidade.

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O sistema estaria em teste há alguns meses com cerca de 100 clientes. A Anthropic já reconheceu que reter dados poderia desagradar empresas, especialmente se rivais oferecessem segurança sem guardar essas informações.

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E a pressão competitiva chegou rápido: a OpenAI informou em 19 de agosto que também testa um mecanismo de segurança que não armazenaria dados de clientes corporativos. Privacidade virou recurso de produto — não só detalhe jurídico.

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O ponto central é bem simples: IA empresarial precisa ser poderosa, mas também previsível sobre onde os dados ficam e quem pode acessá-los. Segurança não deveria significar abrir mão de controle; o desafio é provar isso na prática.

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