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Cleones largou 45 anos de carreira e se mudou para Ciudad del Este pra estudar medicina — prova viva de que o cérebro continua aprendendo 🧠✨

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Idoso de 69 anos realiza sonho: largou 45 anos de carreira, mudou-se para Ciudad del Este e hoje cursa medicina 🇵🇾🧵 Cleones Silveira prova que recomeçar é possível — vamos entender por quê, segundo a ciência.

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Neurociência básica: o cérebro mantém plasticidade ao longo da vida. Aprender algo complexo — como medicina — ativa redes neurais, cria conexões novas e fortalece a chamada reserva cognitiva. Em linguagem simples: estudar pode 'exercitar' e proteger o cérebro.

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Como adultos aprendem melhor? A andragogia mostra que motivação, experiência prévia e propósito são cruciais. Cleones trouxe 45 anos de vivência como cabeleireiro — isso facilita a integração de conteúdo teórico com prática e empatia no cuidado.

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Barreiras práticas: custo, reconhecimento de diplomas, idade e burocracia transfronteiriça. A escolha de estudar no Paraguai reflete também questões de acesso à educação médica na região — ponto para políticas públicas que ampliem vagas e facilitem a inclusão.

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Impacto no sistema de saúde: estudantes mais velhos podem agregar habilidades socioemocionais, maior sensibilidade cultural e compromisso com comunidades. Para a ciência social e da saúde, diversidade etária nas universidades enriquece o cuidado e a formação clínica.

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Reflexão final: a ciência apoia o que a história de Cleones mostra — nunca é tarde para aprender. Governos, universidades e sociedade ganham quando ampliam acesso e valorizam trajetórias diversas. Um exemplo de aprendizagem, resiliência e inclusão.

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