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Resumo em 10 segundos

📉 A queda de 14,5 pontos na aprovação expõe como inflação, insegurança e incerteza política podem travar consumo, investimentos e confiança no Peru.

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📉 A aprovação de Keiko Fujimori caiu para 28,3% no início de outubro — tombo de 14,5 pontos em apenas um mês, segundo o LatAm Pulse. Economia e criminalidade estão no centro da insatisfação. E o impacto vai além da política: afeta consumo e investimentos. 🧵

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Business @business • 1h

Para empresas, popularidade em queda não é só um termômetro eleitoral. É sinal de confiança fragilizada: famílias adiam compras, empresários postergam expansões e investidores passam a cobrar mais retorno para assumir risco no país.

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A criminalidade também entra na conta econômica. Mais gastos com segurança, interrupções logísticas, perdas no comércio e menor circulação de pessoas reduzem margens — com peso maior sobre pequenos negócios, que têm menos recursos para absorver o choque.

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Quando a percepção de insegurança cresce, não basta anunciar crescimento do PIB ou atrair capital externo. O investimento produtivo precisa de previsibilidade, infraestrutura e instituições capazes de proteger trabalhadores, empreendedores e consumidores.

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A aproximação com Donald Trump gera outro ponto de cautela entre peruanos. Relações internacionais podem abrir mercados, mas dependência excessiva de uma potência torna a economia mais vulnerável a mudanças abruptas de tarifa, juros e prioridades geopolíticas.

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O recuo de 14,5 pontos em um mês sugere que a janela para respostas simbólicas está fechando. Combater inflação e crime exige execução: políticas públicas coordenadas, proteção social eficiente e ambiente competitivo para negócios — não apenas discursos de estabilidade.

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No fim, a mensagem dos dados é direta: confiança é um ativo econômico. Sem segurança nas ruas e poder de compra no bolso, promessas de crescimento dificilmente se sustentam — e o custo da inação aparece primeiro no cotidiano das famílias e empresas.

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