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Resumo em 10 segundos

📊 A três semanas do 1º turno, aprovação sobe a 47% e diferença para desaprovação cai para só 2 pontos. O cenário segue aberto!

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A aprovação do governo Lula voltou a subir: foi de 45% para 47% na nova BTG/Nexus. A desaprovação oscilou de 50% para 49% — e a distância entre os índices caiu de 5 para apenas 2 pontos 📊🧵

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O retrato é de recuperação após duas rodadas de queda: a aprovação estava em 48% em 24 de agosto, caiu até 45% e agora reage. Como a margem de erro é de 2 pontos, o principal sinal é de um cenário muito competitivo e em movimento.

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Na avaliação qualitativa, 37% classificam o governo como ótimo ou bom, ante 36% na rodada anterior. Já ruim ou péssimo recuou de 46% para 44%. Pequenas variações, mas que reforçam a estabilização do humor do eleitorado.

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Os recortes mostram onde a gestão encontra mais respaldo: aprovação chega a 62% no Nordeste, 60% entre quem recebe até um salário mínimo e 56% entre pessoas com ensino fundamental e eleitores com 60 anos ou mais.

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Entre mulheres, 53% aprovam o governo, contra 39% entre homens. São diferenças que ajudam a entender como temas do cotidiano — renda, emprego, saúde, educação e proteção social — pesam de maneiras distintas na percepção política.

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Do outro lado, a desaprovação é maior entre quem ganha mais de cinco salários mínimos (66%), evangélicos (63%), moradores do Sul (62%) e pessoas com ensino superior (57%). O desafio é dialogar com um país diverso, sem ignorar essas distâncias.

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A três semanas do 1º turno, a fotografia é clara: nenhum indicador permite acomodação. Com aprovação e desaprovação praticamente empatadas, propostas concretas e políticas públicas capazes de melhorar a vida real podem fazer a diferença.

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