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🌍 Em discurso na ONU, Riad alertou que a escalada no Oriente Médio pode afetar energia, comércio e rotas marítimas em todo o mundo.

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🌍 A segurança do Golfo é inseparável da estabilidade mundial, afirmou a Arábia Saudita na ONU. Segundo Riad, tensões regionais ameaçam a paz internacional, a energia e o comércio global. 🧵

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O chanceler saudita, príncipe Faisal bin Farhan, acusou o Irã de ataques contra recursos de segurança e instalações civis e econômicas. Teerã não teve resposta apresentada no conteúdo do discurso citado pela ONU.

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O alerta recai sobre rotas decisivas: Estreito de Ormuz, Bab el-Mandeb, Mar Vermelho e Golfo de Áden. Por esses corredores passam petróleo, mercadorias e insumos que impactam preços e cadeias de abastecimento em vários países.

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Riad defendeu liberdade de navegação e pediu que o Estreito de Ormuz volte à situação anterior a 28 de fevereiro, sem taxas ou restrições. A disputa por essas vias pode elevar custos de frete, seguros e energia.

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Apesar do tom duro, o ministro apoiou iniciativas de desescalada lideradas por Qatar, Paquistão e outros países. Também propôs um arranjo regional duradouro, voltado às causas estruturais da instabilidade.

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Na pauta nuclear, a Arábia Saudita pediu uma região livre de armas de destruição em massa e defendeu que programas nucleares pacíficos sejam submetidos a salvaguardas e supervisão internacional.

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Sobre Palestina, Riad condenou ataques a civis, bloqueios à ajuda humanitária, deslocamento forçado e expansão de assentamentos. Reafirmou a solução de dois Estados, com Palestina independente nas fronteiras de 1967 e Jerusalém Oriental como capital.

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No Iêmen, o país pediu uma solução política abrangente e condenou ataques houthis a embarcações comerciais. A mensagem central: proteger rotas marítimas exige diplomacia, regras internacionais e prioridade à proteção de civis.

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