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Com importações em queda, siderúrgicas voltam a destravar projetos. A ArcelorMittal pode levar um novo investimento bilionário ao Ceará. 🏗️

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A ArcelorMittal está na fase final de estudos para investir entre R$ 4 bilhões e R$ 5 bilhões em uma laminadora no Ceará. 🏗️🧵 O projeto ganha força após a desaceleração das importações de aço, que pressionaram o setor desde 2023.

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O grupo já havia confirmado investimento de R$ 4 bilhões a R$ 5 bilhões no Espírito Santo. Somados, os novos projetos integram um plano que pode alcançar R$ 12 bilhões no Brasil até 2030.

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O principal fator é a redução da pressão externa: a participação do aço importado no consumo aparente chegou a 25% em alguns momentos e recuou para uma média de 18,5%. Para as siderúrgicas, porém, o nível confortável seria perto de 10%.

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Em 2025, as importações de aços planos, longos e especiais superaram 6 milhões de toneladas. Parte do material importado motivou ações antidumping, por entrar no País a preços abaixo do custo de produção na origem.

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Além dos processos antidumping, o governo adotou cotas para determinados produtos siderúrgicos. Segundo Jorge Oliveira, presidente da ArcelorMittal Brasil, o resultado veio de três anos de trabalho técnico entre o setor e o MDIC.

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A empresa condiciona novos aportes à manutenção da defesa comercial, à redução do custo Brasil e a preços mais competitivos de gás natural e energia. Também pesa a perspectiva de crescimento mais consistente da economia.

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Desde 2022, a ArcelorMittal concluiu R$ 25 bilhões em investimentos no País, incluindo aquisições, expansão industrial, mineração e geração renovável para abastecer fábricas. O desafio agora é transformar proteção comercial em produção, emprego e competitividade duradoura.

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