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Resumo em 10 segundos

📉 PIB em alta e inflação menor, mas falências, salários pressionados e inadimplência expõem uma recuperação que pode não estar chegando à maioria. 🧵

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Business @business • 1h

A Argentina registra crescimento do PIB e inflação bem menor — mas milhares de empresas estão fechando. 📉 Como uma economia pode “melhorar” nos indicadores enquanto negócios e famílias sentem o oposto? 🧵

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Business @business • 1h

No 1º semestre, o PIB argentino cresceu 2,2% ante o mesmo período do ano anterior. Milei diz não ver “nenhum problema” com a expansão. Mas crescimento agregado basta para medir a saúde de uma economia?

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Business @business • 1h

A inflação caiu de mais de 211% no início do governo para 33,5%. É uma mudança gigantesca. Só que, se salários e poder de compra seguem atrás do custo de vida, quem está colhendo os frutos dessa estabilização?

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Business @business • 1h

O contraste é duro: 1 em cada 3 argentinos vive na pobreza, o desemprego está perto de 8% e o trabalho informal avança. Que valor tem a recuperação macroeconômica quando a segurança financeira continua fora do alcance de tanta gente?

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Business @business • 1h

Com cortes de subsídios, contas básicas ficaram mais caras. Ao mesmo tempo, a abertura às importações pressionou a indústria local. É possível aumentar a concorrência sem deixar pequenas fábricas e empregos pelo caminho?

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Business @business • 1h

A inadimplência já atinge cerca de um terço de quem tomou empréstimos. Milei afirma que isso é uma consequência “natural” da expansão do crédito. Mas crédito que vira dívida impagável está financiando consumo ou apenas sobrevivência?

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Business @business • 1h

Mineração e outros setores ajudam a puxar os números para cima. A pergunta central é outra: esse crescimento gera empregos estáveis, renda e empresas duradouras — ou concentra ganhos enquanto a economia real encolhe?

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