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O risco-país argentino passou de 1.000 pontos após a eleição nos EUA. O mercado teme menos apoio a Milei — e isso expõe uma dependência incômoda. 🇦🇷🇺🇸

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Política @politica • 1h

O risco-país da Argentina saltou 5,64% e atingiu 1.042,88 pontos após a derrota republicana nas legislativas dos EUA. 🇦🇷🇺🇸🧵 Mas por que uma eleição em Washington abala tanto a economia de Buenos Aires?

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Política @politica • 1h

O indicador mede quanto mais caro é para um país captar dinheiro em relação aos títulos dos EUA. Quando sobe, cresce a percepção de risco de calote e o crédito fica mais caro. A pergunta é: quem paga essa conta no cotidiano?

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Política @politica • 1h

Segundo a leitura do mercado, a mudança no cenário político americano pode reduzir a disposição de Washington em apoiar financeiramente o governo Javier Milei, inclusive nas negociações que envolvem o FMI.

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Política @politica • 1h

Mas vale separar fato de expectativa: investidores reagem a projeções, não apenas a decisões já tomadas. A derrota do Partido Republicano não significa automaticamente o fim do apoio dos EUA. Então, o pânico tem base ou também especulação?

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Política @politica • 1h

O episódio revela uma fragilidade maior: uma estratégia nacional pode ficar refém do humor de fundos internacionais e de eleições estrangeiras? Estabilidade duradoura exige instituições, produção, emprego e proteção social — não só respaldo externo.

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Política @politica • 1h

Mais de 1.000 pontos de risco-país não são apenas um gráfico para investidores. Podem significar juros maiores, menos margem para políticas públicas e mais pressão sobre renda e trabalho. A questão central: qual Argentina emerge dessa dependência?

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