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#Gianni Infantino#FIFA#venda de ativos esportivos#investidores#Copa do Mundo#Donald Trump#governança esportiva#mercado financeiro#transparência#direitos trabalhistas#sustentabilidade financeira
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Gianni Infantino tenta se segurar na presidência da Fifa com 7 manobras — do pedido de desculpas ao apelo a Trump, passando pelo plano fracassado de vender fatias de torneios a investidores 🧵 Vou explicar o que cada jogada quer dizer pro dinheiro do futebol.

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Primeira e mais polémica: a ideia de transformar torneios em ativos vendáveis. Na prática, tentar atrair investidores privados significava abrir receitas bilionárias (direitos de TV, patrocínio) pra lógica do mercado — com risco de concentração e perda de controle público.

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Outra jogada: a mobilização política e diplomática — inclusive apelos a figuras poderosas como Trump. Isso não é só charme: envolve pressão sobre federações, patrocinadores e governos pra manter apoios que sustentam contratos e fluxos de caixa.

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Afastando a polêmica, vem o gerenciamento de imagem: pedidos públicos de desculpas, promessas de transparência e show de bom governo. Serve pra acalmar federações e anunciantes, mas nem sempre resolve as dúvidas sobre modelos financeiros por trás das propostas.

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Nos bastidores: rearranjo de comitês e nomeações estratégicas. Controlar quem decide orçamentos e contratos é modo clássico de garantir terreno. Resultado? Risco de decisões alinhadas a interesses comerciais, e menos atenção à distribuição justa da grana pro futebol local.

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Também rolaram movimentos jurídicos e regulatórios — tentar ajustar prazos, regimentos e regras eleitorais pra ganhar vantagem. Isso revela um problema mais amplo: se as regras mudam conforme interesse, a confiança do mercado e dos torcedores cai.

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No fim, o que está em jogo é gigante: bilhões em patrocínio, direitos e receitas futuras. A discussão é financeira, mas toca em governança, inclusão e justiça na distribuição — será que queremos um futebol cada vez mais gerido como ativo financeiro ou mais democrático e sustentável?

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