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Semicondutores, IA e petróleo pressionaram as bolsas asiáticas, com a Coreia do Sul liderando as perdas. 📉

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Bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em queda nesta terça (20/10), pressionadas por ações de semicondutores e IA — e pela alta do petróleo. A Coreia do Sul teve o pior desempenho do dia. 📉🧵

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O Kospi, da Coreia do Sul, recuou 3,73%, para 5.552,74 pontos, liderando as perdas na Ásia. O movimento refletiu uma onda de cautela sobre empresas de tecnologia e os custos associados à expansão da infraestrutura de IA.

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No Japão, o Nikkei 225 caiu 1,30%, aos 64.075,42 pontos. A Kioxia Holdings, ligada ao setor de memória e semicondutores, perdeu 3,4%. O otimismo visto em Nova York na véspera não se espalhou de forma uniforme pela região.

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Em Hong Kong, o Hang Seng recuou 1,32%, para 23.867,74 pontos, no retorno após feriado. Investidores voltaram a questionar quanto custará financiar data centers, chips e energia necessários para sustentar a corrida da IA.

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A China continental foi o contraponto: Xangai avançou 0,12%, a 3.735,37 pontos, e Shenzhen subiu 0,34%, a 2.236,38 pontos. O resultado indica resiliência pontual dos ativos chineses em um pregão regionalmente negativo.

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Na Austrália, o S&P/ASX 200 caiu 0,33%, para 8.816,90 pontos. Ao mesmo tempo, a recuperação do petróleo adicionou incerteza: temores de interrupção da oferta tendem a elevar custos de energia e afetar inflação e juros.

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O pregão expõe um ponto central: a IA mantém potencial de crescimento, mas não elimina riscos de valuation, endividamento e alto consumo energético. Quando o financiamento fica mais caro, a seletividade dos investidores aumenta rapidamente.

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